Por que o transporte é um assunto de RH
Em muitas empresas, o fretamento é responsabilidade de facilities ou suprimentos. Mas quem sente os efeitos é o RH:
- Atração: candidatos desistem quando o transporte não atende a região onde moram.
- Pontualidade: ônibus atrasado vira colaborador atrasado.
- Absenteísmo e turnover: deslocamentos longos e incertos desgastam as pessoas.
- Reclamações: o transporte está entre os assuntos mais recorrentes nos canais de atendimento ao colaborador.
Ainda assim, o RH costuma ter pouca visibilidade sobre o serviço. As informações ficam com a operação, com a transportadora ou em planilhas desatualizadas.
Os três momentos do RH no transporte
| Momento | Pergunta do RH | Recurso no Merus |
|---|---|---|
| Antes da contratação | O transporte atende este candidato? | Validação de transporte para candidatos |
| Admissão | Em qual linha e viagem ele vai? Há vaga? | Reservas e alocação |
| Dia a dia | O serviço está atendendo bem as pessoas? | Consulta web, embarques e execução |
Antes da contratação: validar o transporte
O momento mais barato de resolver um problema de transporte é antes de contratar. Com o Merus, o recrutador informa o endereço do candidato e o turno da vaga e vê:
- a distância até a rota ou o ponto mais próximo;
- se há linha atendendo aquele turno;
- se há capacidade disponível no veículo;
- se a rota precisa mudar para atender.
Assim, a decisão de contratar já considera o transporte, e a operação fica sabendo com antecedência quando uma rota precisa ser ajustada.
Na admissão: alocar e informar
Com a contratação confirmada, o novo colaborador é alocado em uma linha e viagem com vaga. No primeiro dia, ele já sabe o ponto, o horário e como acompanhar o veículo pela consulta web.
No dia a dia: manter os dados vivos
Endereços e turnos mudam o tempo todo. Se essas mudanças ficam só no sistema de RH, a roteirização trabalha com dados velhos e as rotas deixam de corresponder às pessoas reais. No Merus, as mudanças entram no cadastro do transporte e ficam visíveis para quem planeja as rotas.
Reclamações com fatos
Quando um colaborador reclama que o ônibus não passou, o RH pode consultar a viagem: horário de passagem pelo ponto, percurso, ocupação e ocorrências registradas. A resposta deixa de ser “vamos verificar com a transportadora” e passa a ser baseada no que aconteceu.
Indicadores que interessam ao RH
| Indicador | O que revela |
|---|---|
| Pontualidade de chegada por turno | Impacto do transporte no início do expediente |
| Tempo médio de viagem por linha | Desgaste do deslocamento |
| Ocupação por viagem | Conforto e superlotação |
| Cobertura de colaboradores por unidade e turno | Quem está e quem não está atendido |
| Reclamações por linha | Onde a experiência precisa de atenção |
Integração com os sistemas da empresa
O Merus não substitui o sistema de RH. Cadastros de colaboradores, unidades e turnos podem ser carregados por arquivo ou por integração com os sistemas corporativos, depois da avaliação técnica. Na implantação, a equipe Merus faz essa carga junto com o time da empresa e acompanha até o sistema estar 100% funcional.
Privacidade dos colaboradores
Endereços, turnos e registros de embarque são dados pessoais. No Merus, finalidade, permissões e acessos são definidos no projeto, em linha com a LGPD. O recrutador vê o que precisa para validar o transporte; a operação vê o que precisa para roteirizar.
A referência do planejado vem da rota; veja como montar as rotas a partir dos endereços e turnos.